Mesas-Redondas

Sessão 4 - Casa de Cultura Villa Maria

Ministrante: Rodrigo Espinosa Andrade, José Geraldo Gomes de Azevedo e Jorge Paulo Gomes

Local: Casa de Cultura Villa Maria

Aspecto arquitetônico das salas de cinema em Campos

Os espaços destinados aos cinemas de rua em Campos tiveram grande importância para a população até as últimas salas serem fechadas, entre a década de 1990 e o início dos anos 2000. O tratamento dado a sua ambientação era cuidadoso, pois o local era destinado, além de cinema, à encontros e ao convívio social. As características decorativas mais marcantes são a do estilo Art Déco em pequenos detalhes, evoluindo posteriormente para o modernismo de Le Corbusier.

Observação:

  • A sessão será certificada para horas acadêmicas.
  • A inscrição vai ser garantida até o horário previsto para começar. A partir do horário previsto para começar a sessão, daremos prioridade as pessoas inscritas na lista de espera.

Número de vagas: 45

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Sessão 3 - Associação Imprensa Campista

Ministrante: Gustavo Alejandro Oviedo

Local: Associação Imprensa Campista

Mostras de cinema e cineclubismo

A paixão pelo cineclubismo tem a ver com o gosto de compartilhar emoções. Uma comédia vista em casa nunca será tão engraçada quanto assistida numa sala com outros espectadores. O mesmo acontece com o drama, o terror, o suspense etc. É como se a soma de espectadores produzisse uma potenciação na intensidade do que é sentido. Aquilo que é engraçado numa TV é mais engraçado numa sala de projeção - ou mais triste, assustador etc. Além disso, o cineclubista adora ‘mostrar’ aquele filme que ele já viu, e que deseja que todo mundo conheça. Antigamente, quando havia uns poucos canais de televisão e os cinemas, embora enormes, também não eram muitos, o cineclubismo se justificava porque exibia filmes antigos, que dificilmente seriam exibidos em salas comerciais; também era exibida filmografia de outros países que não o Brasil ou os Estados Unidos, e que também não tinham muita chance de serem estreados oficialmente. Hoje, paradoxalmente, apesar de termos uma enorme quantidade de canais de TV a cabo, além do streaming, e complexos de cinema com quatro, cinco ou mais salas, o cineclubismo continua a se justificar pelas mesmas razões: a pouca oferta e a escassa variedade. É bem frequente que quando estreia um grande filme de super-heróis, por exemplo, ele ocupe todas as salas dum complexo de cinema. Por sua vez, não é fácil encontrar filmes franceses da nouvelle vague, ou neorrealistas italianos, nas grades dos canais de TV a cabo. Grandes diretores como Truffaut, Fassbinder, Herzog, Fellini e tantos outros, que foram protagonistas da história do cinema, estão ausentes no Netflix ou no Prime Vídeo. E são diretores maravilhosos, que se expressam com uma linguagem bem diferente cada um deles, contando todo tipo de histórias. Ou seja, há uma riqueza cultural que está oculta para muitos espectadores, e é o ‘trabalho’ do cineclubista revelá-la para aqueles que estão dispostos a ver outras histórias.

Observação:

  • A sessão será certificada para horas acadêmicas.
  • A inscrição vai ser garantida até o horário previsto para começar. A partir do horário previsto para começar a sessão, daremos prioridade as pessoas inscritas na lista de espera.

Número de vagas: 100

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Sessão 5 - IFFluminense campus Campos Guarus

Ministrante: Karin Klem, Francisco Alves Tavares, Adão Henriques Maciel e João Monteiro

Local: Instituto Federal Fluminense campus Campos Guarus - Auditório do Bloco D

"Quando a sala de projeção vira personagem": entre personagens, espectadores e itinerários da memória

"Quando a sala de projeção vira personagem" reúne quatro curtas-documentários que, por meio das histórias contadas pelos espectadores das memórias ali vivenciadas, registram a importância que aquelas salas tiveram e ainda têm como personagens e testemunhas vivas daquela localidade. Nisso, nós, espectadores somos convocados a assumir um papel como testemunha também das ações de preservação e resistência da memória, podendo perceber como o itinerário da Mostra diz sobre a preservação e resistência de nossas memórias em torno das salas de projeção aqui da cidade.

Observação:

  • A sessão será certificada para horas acadêmicas.
  • A inscrição vai ser garantida até o horário previsto para começar. A partir do horário previsto para começar a sessão, daremos prioridade as pessoas inscritas na lista de espera.

Número de vagas: 120

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Sessão 1 - UFF Campos

Ministrante: Elis de Araújo Miranda, Wellington Cordeiro, Geraldo Gomes Linhares e José Domingues Filho

Local: Universidade Federal Fluminense (UFF Campos), Bloco C, 2.º andar, Sala de Multimídia.

Sala de cinema: onde o lugar e o mundo se encontram

Propomos abrir a discussão sobre a importância das salas de cinema de rua como espaço de sociabilidade, além de ser o lugar onde o mundo se encontra com o lugar. O lugar como categoria geográfica de Y-Fu Tuan, geógrafo canadense que ocupa-se em compreender a relação entre sujeitos e pequenos grupos sociais como produtores de espaços a partir da identidade, da solidariedade, da existência e das sensorialidades. É no lugar onde as relações se realizam. E a sala de cinema seria um desses espaços. Mas o que fazer diante do fechamento das salas de cinema? O que perdem os cidadãos? O que perde a cidade e a vida urbana?

Observação:

  • A sessão será certificada para horas acadêmicas.
  • A inscrição vai ser garantida até o horário previsto para começar. A partir do horário previsto para começar a sessão, daremos prioridade as pessoas inscritas na lista de espera.

Número de vagas: 40

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Sessão 2 - Espaço Cultural Colaborativo Santa Paciência

Ministrante: Victor Hugo Berenger, Aucilene Freitas de Souza e Pablo Tarquínio

Local: Espaço Cultural Colaborativo Santa Paciência - Rua Barão de Miracema, 81 - Centro, Campos dos Goytacazes.

Movimento do tempo e do espaço na construção da memória cinematográfica

Um filme é ​uma construção imagética que envolve imagens e sons, misturando arte e indústria. É feito por homens com máquinas, usa memórias e técnicas num esforço coletivo à serviço de uma narrativa. Ou seja, um filme conta histórias. Para quem assiste, significa entrar em outro mundo. Porém, leva-se junto suas próprias lembranças e experiências. Por isso cada filme é único para quem vê. Essas histórias nos levarão a um lugar de poesia, memória, ternura e realização.

Observação:

  • A sessão será certificada para horas acadêmicas.
  • A inscrição vai ser garantida até o horário previsto para começar. A partir do horário previsto para começar a sessão, daremos prioridade as pessoas inscritas na lista de espera.

Número de vagas: 40

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